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Tas…mania

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É um daqueles sítios que sempre tive vontade de conhecer, talvez por ser tão distante e como tal tão diferente. Sempre imaginei uma Tasmânia praticamente sem pessoas, em que tudo é fácil, com uma natureza exuberante e praias virgens prontas para serem descobertas.

Posso dizer que a Tasmânia não é nada como idealizava e ao mesmo tempo é exatamente o que esperava. Ou seja, não vi nada igual ao que tinha na minha cabeça, mas no fundo se pensar bem as experiências que vivemos foram exatamente o que estava a contar viver.

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Kangaroo Island

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O instinto trouxe-nos até esta ilha ao sul de Adelaide. Não é fácil cá chegar, após termos feito toda a Great Ocean Road, fomos até à região de Adelaide e por fim apanhámos o ferry até Kangaroo Island na nossa caravana. Esta é a única forma de chegar a esta ilha e infelizmente o ferry não é barato, pelo que acabámos por gastar mais algum dinheiro do que contávamos com esta decisão.

Se valeu a pena? Sem dúvida, decidimos que iríamos passar aqui o Natal e não nos arrependemos. Já que íamos estar longe de tudo e de todos os que gostamos, então mais valia irmos para um sítio o mais diferente possível e Kangaroo Island revelou-se ser ainda mais diferente e especial do que estávamos à espera.

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Arroz de salsichas e sparklers

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Como é que um arroz de salsichas e uns sparklers poderão ser assim tão memoráveis?
Quando estamos muito felizes.
É assim que descrevo o nosso natal (arroz de salsichas) e a passagem de ano (sparklers).
Apesar de termos saudades e de lembrar cada uma das casas que vamos nestes dias. Estamos felizes e queremos que os miúdos sintam que estejamos onde estivermos aquele momento poderá ser especial.

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Great Ocean Road

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Terminámos a Great Ocean Road e a nossa aventura na caravana. Foram 20 dias com a casa às costas, com momentos melhores e momentos piores (que felizmente foram muito poucos). Não nos ficámos pela Great Ocean Road, fomos até Kangaroo Island, mas hoje falamos apenas do trajeto até Adelaide e deixamos Kangaroo Island para a semana.

 

O que vos posso dizer… marcou bastante? Sem dúvida! Destaco principalmente o estilo da viagem, feita em caravana e a ficar em parques, o contacto com a natureza e sobretudo com vários animais no seu habitat natural, as praias/paisagens e as pessoas. Do lado negativo, o custo, não tenho dúvidas que vai ser a parte mais cara de toda a nossa viagem e a que no fundo tivemos menos conforto, mas tivemos muitas outras coisas…

 

Relativamente ao nosso trajeto, hoje serei um pouco mais factual e farei um resumo de todos os locais onde parámos:

 

Dia 1 e 2 Phillip Island

Sem dúvida dos nossos sítios preferidos, uma ilha muito calma e bonita, a possibilidade de ver os pinguins a chegar à costa é única. Churchill Farm, uma quinta com atividades com animais de quinta também merece a visita. Já a exposição do Polo Sul e a quinta dos Koalas, já têm menos interesse. Já à saída da ilha vale a pena por volta do meio dia assistir à alimentação dos pelicanos que estão na costa nessa altura.

Dia 3 Wilsons Promontory

É sem dúvida um dos locais mais bonitos onde já estivemos na vida. Vale muito a pena. As caminhadas, os animais, as praias de sonho. Um local onde gostaríamos de ter ficado mais tempo. A caminho vale a pena passar nas antigas minas de carvão de Wonthaggi.

Dia 4 Sorrento

Uma zona simpática e rica com várias casas boas em cima do mar. Apesar de ser agradável, não tem muitos motivos de interesse. Daqui é possível apanhar o ferry praticamente até ao início da Great Ocean Road e com isso poupar algumas horas de viagem de carro.

Dia 5 Anglesea

Fica no começo da Great Ocean Road, uma cidade costeira com praias simpáticas na zona de Bells Beach (famosa praia para a prática de surf). A nossa experiência aqui não foi das melhores, foi aqui que tivemos contacto com a praga de moscas que há na região de Melbourne. É sem dúvida a situação mais desconfortável que encontrámos na viagem. O número de moscas é fora do normal e chateiam mesmo.

Dia 6 Apollo Bay

Uma praia muito bonita que com bom tempo deve ser fantástica, no dia em que estivemos lá estava sol mas muito vento.

 

Dia 7 Praia dos 12 Apóstolos

É uma das principais atrações da Great Ocean Road. Vale a pena naturalmente, mas a experiência é relativamente curta pois é só um sítio para tirar fotografias para mais tarde recordar. Parámos uns quilómetros à frente em várias praias muito boas..

 

Dia 8 Warrnambool

É uma cidade maior e supostamente quase no final da Great Ocean Road. A cidade é gira, interessante e com boas praias, vale a pena a paragem.

Dia 9 Mount Gambier

Aqui é essencialmente para ver o Blue Lake. Um lago num antigo vulcão, com a água em tons de azul invulgares.

Dia 10 Robe

Muito boas praias, um local calmo e bonito. Se tivéssemos tempo era um sítio onde poderíamos ter ficado mais tempo.

Dia 11 e 12 Hahndorf

Uma antiga vila alemã muito peculiar. Uma grande rua cheia de lojas e restaurantes. Por coincidência estivemos aqui no dia mais movimentado do ano, onde várias pessoas dos arredores e da cidade de Adelaide vêm passar a tarde e jantar na feira de Natal. Adorámos e ficámos duas noites, mas também porque o parque de caravanas/campismo foi o melhor onde ficámos. Aqui aproveitámos também para ir à cidade de Adelaide.

Dia 13 Port Willunga

Mais uma ótima zona de praias consideradas das melhores da Austrália, antes de apanharmos o barco para Kangaroo Island.

 

Aqui fica o nosso roteiro resumido da Great Ocean Road. O próximo será sobre Kangaroo Island.

 

André

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Viajar com a casa às costas

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Chegou finalmente o momento de trocar o quarto de hotel, o pequeno almoço com 6 pratos, os duches demorados depois de um dia de praia até ao pôr do sol, os jantares diários em restaurantes, as piscinas de várias formas e feitios, as almofadas e colchões macios e fofinhos…pelos 2 metros quadrados da nossa caravana, o dormir em tabuas de madeira, as almofadas que parecem sacos de cereais, o tomar banho nos balneários dos parques de campismo, lavar a loiça numa torneira a 100 metros donde estamos estacionados…

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A Austrália e a auto-caravana

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Quando definimos a viagem, pensámos logo em fazer parte em autocaravana. Não que sejamos fãs, mas indo um pouco atrás…
Há uns dois anos combinámos entre amigos dar como presente aos nossos filhos (grandes amigos) um fim de semana grande  na costa alentejana numa autocaravana. Adoraram e desde então não falam de outra coisa.
Depois como na Australia e Nova Zelandia é normal (aqui todas as pessoas têm ou alugam). Pensámos então estar preparados e aqui estamos nós.

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Convite inesperado

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Estamos nos nossos últimos dias na Tailândia e já a preparar o que vai ser a nossa viagem na Austrália. Últimos dias de praia em mar quente, mas sinceramente já a começar a ficar com a cabeça noutro continente, até chegarmos à conclusão que provavelmente marcámos uns dias a mais na Tailândia…

Este tem sido o sentimento da última semana, até que na última 5ª feira 01/12 abrimos um email que iria mudar por completo estes últimos dias. Começámos a ler um email escrito em português onde nos convidavam para ficar num hotel em Phuket enquanto cá estivéssemos. Apesar de já termos hotéis marcados e pagos, não resistimos a aceitar o simpático convite que nos foi endereçado. O convite foi feito pelo português, João Pedro Amorim, a viver há poucos meses na Tailândia e que dirige o hotel Dream Phuket.

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O tempo e a falta dele

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Quando decidimos entrar nesta aventura uma das coisas que queríamos era ter tempo. Mas o tempo é uma coisa tão vaga. Tempo para que? Tempo para quem? Bem gostávamos de desacelerar, de os ver crescer, de estar presentes em cada piada deles ou cada etapa do bebe. Tempo para nós como casal. Tempo em família. Tempo para fazermos aquilo que gostamos.
Mas e então? Após um mês o que dizemos deste tempo?

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Lixo no paraíso

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Estamos em Racha Islands uma ilha na Tailândia. Um sítio de cortar a respiração de tão bonito que é. A praia selvagem, as cores do mar, a temperatura da água, a areia que mais parece pó, os pássaros a cantarem, os miúdos a brincarem. Tudo perfeito… excepto o lixo!!!
Voltando um pouco atrás nos anos…

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1 mês de viagem, checkpoint

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Estamos com um mês e uns dias de viagem e já começámos a conseguir responder a algumas das perguntas que tínhamos antes de a iniciarmos. Uma delas era se fazia mais sentido estar sempre a mudar de sítio ou permanecer por mais tempo em determinados locais. Para já e apenas com a experiência na Tailândia, sentimos que é melhor ir mudando regularmente de sítio, não todos os dias naturalmente, mas aqui tem funcionado bem mudar de local a cada 3,4 ou no máximo 5 dias.

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